Quando fazer o clareamento dental?


Cuidar da aparência é comum, e existem muitas maneiras de fazer isso. Dados sobre a venda de cosméticos, divulgados pela Associação Brasileira de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos, mostram que o brasileiro é o quarto maior mercado consumidor desse segmento do mundo.


E a boca não fica de fora quando o assunto é ter um sorriso bonito. Além de necessidades específicas de alinhamento, daqueles que possuem mordida cruzada, profunda ou outros tipos de casos, o clareamento também passou a ser procurado por pacientes que querem dentes mais brancos.


O que nem todos sabem é que muitos fatores podem contribuir para dentes com coloração mais escura, sendo o fator genético o principal motivo. A alimentação, normalmente, é a mais associada, já que corantes naturais ou artificiais são ingeridos com comidas e bebidas. Outro fator relacionado é a falta de higiene e a má escovação dentária. Mas é o próprio envelhecimento que determinará o quão escura ficará a pigmentação natural dos dentes de cada paciente.

O clareamento é um procedimento que deve ser acompanhado por um dentista, já que não é recomendado para todos os casos. Cada paciente possui necessidades específicas, bem como um nível particular de sensibilidade.


Existem duas formas de clareamento atualmente trabalhadas: uma feita no consultório e a caseira. No primeiro caso, a manipulação de produtos é feita exclusivamente pelo dentista, que pode ou não utilizar o laser. Esse tratamento é de duas a três vezes mais forte que o tratamento caseiro.


Já o tratamento feito em casa costuma ser mais prolongado, mas traz comodidade ao paciente. O dentista produz um molde dos dentes, de tal forma que a gengiva fique exposta e não tenha contato com os produtos utilizados. Os pacientes Elevel retiram o kit de clareamento e retornam à clínica após 15 dias. Havendo muita sensibilidade e incômodo, o paciente deve reportar ao dentista e suspender o tratamento.


Os produtos utilizados são peróxido de hidrogênio e peróxido de carbamida, ambos podem ser utilizados no tratamento caseiro ou no consultório, o que difere é a porcentagem da substância utilizada. As soluções são aplicadas em forma de gel, de tal forma que permaneçam de forma homogênea nos dentes durante o tratamento.

Dentes que já passaram por restaurações, por exemplo, não apresentarão efeitos, já que os produtos utilizados não reagem sobre a resina. Neste caso, o clareamento é realizado e, posteriormente, há a troca das restaurações. O tratamento é contraindicado para pacientes que passam por outros tipos de tratamentos médicos, os quais trazem um quadro debilitante. Menores de 16 anos e gestantes também não poderão realizar o clareamento dental.





Pessoas que possuem manchas causadas pelo uso de antibióticos durante a infância podem clarear os dentes. Entretanto, o tratamento para este caso combina diferentes técnicas e produtos, a critério do dentista.


A sensibilidade é um quadro comum para muitos pacientes, e é um fator que varia de pessoa para pessoa. É possível que algumas pessoas sintam seus dentes sensíveis até, no máximo, sete dias após o tratamento. Caso a sensibilidade seja muito incômoda, o dentista poderá aplicar um gel sensibilizante, o qual ajudará na estrutura do esmalte.

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